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As principais vítimas do assédio


Algumas pessoas estão mais sujeitas ao assédio do que outras. A motivação discriminatória dessa violência faz com que mulheres sejam as vítimas mais comuns, especialmente em razão de gravidez, do período de amamentação e de questões de responsabilidade familiar. No entanto, pessoas negras, com deficiência, LGBTQIAP+, estagiários, terceirizados e pessoas doentes ou que sofreram acidente de trabalho sofrem frequentemente com essas situações.

O assédio moral e sexual, assim como todas as formas de discriminação, são violações de direitos humanos e ameaçam a igualdade de oportunidades de trabalho e o direito que as pessoas têm de possuir um ambiente laboral saudável.

A campanha ASSÉDIO: Entenda, Identifique, Denuncie tem o objetivo orientar o público interno da ANA sobre o assédio, tanto moral quanto sexual, para prevenir e combater essa prática.

Como o assédio moral contra as mulheres é manifestado?

  • Fazer insinuações ou afirmações de incompetência ou incapacidade da pessoa pelo fato de ser mulher;

  • Questionar a sanidade mental da pessoa pelo fato de ser mulher;

  • Apropriar-se das ideias de mulheres, sem dar-lhes os devidos créditos e reconhecimento;

  • Interromper constantemente mulheres no ambiente de trabalho, como em suas falas em reuniões, ou em atividades relacionadas ao trabalho;

  • Tratar mulheres de forma infantilizada ou condescendente, com apresentação de explicações ou opiniões não solicitadas e desnecessárias;

  • Dificultar ou impedir que as gestantes compareçam a consultas médicas;

  • Interferir no planejamento familiar e na vida pessoal das mulheres, sugerindo que não engravidem;

  • Emitir críticas ao fato de a mulher ter engravidado;

  • Desconsiderar recomendações médicas às gestantes na distribuição de tarefas;

  • Desconsiderar sumária e repetitivamente a opinião técnica da mulher em sua área de conhecimento; e

  • Proferir piadas de cunho sexista.


Outras condutas que são configuradas como assédio:

  • Ridicularizar a pessoa doente e sua doença;

  • Controlar as consultas médicas;

  • Substituir o posto do servidor, estagiário ou terceirizado em licença médica, a fim de constrangê-lo em seu retorno, apenas evidenciando a ausência do colega;

  • Estimular a discriminação em relação aos adoecidos ou acidentados, colocando-os, sem necessidade, em locais diferentes dos colegas;

  • Colocar o servidor, estagiário ou terceirizado em local sem função alguma;

  • Não fornecer ou retirar instrumentos de trabalho;

  • Dificultar entrega de documentos à concretização de perícia médica;

  • Ameaçar, insultar, isolar;

  • Restringir o uso do banheiro;

  • Ser hostilizado por colegas por se tornar mais produtivo;

  • Pressionar o(a) servidor(a) com sobrecarga de trabalho em período inexequível;

  • Importunar o(a) servidor(a) com demandas em horários inapropriados;

  • Discriminar o(a) servidor(a), estagiário(a) ou terceirizado(a) devido à sua orientação sexual.


Debate sobre assédio

A Comissão de Ética da ANA (CEANA) e a Associação dos Servidores da Agência Nacional de Águas (ASÁGUAS) promoverão em 4 de outubro, uma quarta-feira, uma palestra sobre assédio e, posteriormente, um ato de prevenção à prática de forma presencial e on-line.

Neste dia, utilize a cor lilás para aderir à campanha. Caso não tenha roupas nessa cor, use branco e um adesivo alusivo à ação, que será distribuído pela ASÁGUAS. Aguarde mais detalhes em breve.


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